Infinite
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"- Entendo que voce esteja zangada.. - disse Patch - Estou furiosa! - berrei. As mãos dele deslizaram pelo meu pescoço, escaldantes. Ele apertou suavemente os polegares contra a minha garganta e jogou minha cabeça para trás. Senti seus lábios pressionando os meus com tanta força que ele conseguiu silenciar qualquer xingamento que estivesse prestes a sair. As mãos dele desceram até meus ombros, escorregaram pelos meus braços e se detiveram no final das minhas costas. Pequenos calafrios de pânico e de prazer me atravessaram. Ele tentou me apertar contra si, mas eu mordi seu lábio. Ele lanbeu o lábio com a ponta da língua. - Você me mordeu? - Isso tudo é uma brincadeira para você? - perguntei. Passou novamente a língua nos lábios. - Nem tudo. - O que não é? - Você." (Sussurro)
theme feito por im-mutable; base por deslocado e alguns detalhes por noheartgirl. não copie e nem se inspire.

Posted 19 hours ago with 17,696 notes
originally tudo-a-dizer


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Bateu uma vontade de colocar uma música que me lembra você, deixar rolar repetidas vezes, fechar os olhos, e me recordar. Recordar dos momentos bons e ruins, e não saber se ri ou se chora, se lembra ou se lamenta, se esquece ou aprende a viver sem. Recordar do quanto éramos o suficientes um para o outro, das nossas conversas, e daquela mania de ficarmos grudados desde o acordar até o dormir. Hoje nem nos conhecemos mais. Já fomos tão felizes, mas tão felizes, que mesmo se distribuíssemos essa felicidade para o mundo todo, ainda sobraria. Só que foi uma pena eu não ter guardado num pote, para poder utilizá-la quando faltasse. Tipo agora. Recordar que para nós nada era impossível, até o amor e a amizade andavam de mãos dadas; Amorizade, era assim que chamávamos. Hoje já nem sei onde está o amor, quanto mais a amizade. Chegamos a fazer planos ingênuos e impossíveis, só que quando fazíamos algo assim juntos, pareciam tão possíveis de realizar que eu até acreditava. Que boba. E  também vou me recordar do quanto fui amada, sendo que nunca tirei um dia se quer para te agradecer isso. Desculpa. Sinto muito. Lamento. I’m sorry. Mas peço do fundo do meu coração que você jamais encontre ninguém como eu ou melhor, pois quero ser inesquecível pelo menos nas suas lembranças, já que não pude ser na sua vida. Foi verdadeiro, foi sincero, foi eterno. E dói dizer que foi. Passado. Não é mais. Isso dói. Enquanto a música vai rolando, passa um filme na minha cabeça de tudo que já vivemos. Dá até vontade de transmitir em todos os cinemas do mundo essa nossa incrível comédia romântica. Mas quem liga? Ninguém. É apenas uma música mesmo. E é aí que eu digo: “Pode até ser só uma música, mas é a NOSSA MÚSICA.” - Thiara Macedo (sdpm)



Posted 20 hours ago with 2,329 notes
originally destroymylife


Posted 23 hours ago with 15,102 notes
originally whatificantf0rgetyou


Posted 23 hours ago with 13,528 notes
originally blacksta-r

Nunca abaixe a cabeça pra ninguém, nem levante o nariz alto demais.
Olho no olho já é suficiente.
— Pc Siqueira   (via principedeareia)

Posted 23 hours ago with 10,628 notes
originally ditadomeu

Eu preciso saber pelo que vale a pena lutar
— Green day (via paranoiapoetica)


Posted 23 hours ago with 5,106 notes
originally leis-denewton

“Eram duas meninas ricas, melhores amigas. Seus nomes eram Renata e Helena. Mas como Helena era mais popular, Renata tinha inveja dela. Um dia, no último andar de um prédio, aqueles que não tem nada por fora, apenas um jardim aberto, e que se você se jogar você cai. Enfim, Renata e Helena estavam lá… Helena viu uma flor azul bem perto da ponta do andar, então precisava que alguém a segurasse, senão ela caia. Helena disse: “Rê, me segura para eu pegar a flor azul?” E renata respondeu: “Claro, Lê.” Então Renata segurou Helena… Até uma hora. Renata pensou que se Helena falecesse ela viraria a mais popular. Então disse: “É agora…” e soltou Helena. Passaram-se 20 anos… Renata estava casada, e tinha uma filha. Como era o dia do aniversário de Helena, mas ela havia falecido, fizeram uma homenagem à ela e convidaram Renata, mas ela não queria ir. Seu marido encheu tanto o saco dela que ela aceitou ir, mas a filha teve de ir junto, pois não tinha com quem ficar. Chegaram lá, era no mesmo prédio que Renata havia largado Helena. A filha foi lá com a mãe, no último andar, e o marido ficou lá embaixo, na festa. Quando as duas chegaram havia uma flor idêntica à azul. A filha insistiu em pegá-la, e a mãe concordou em segurá-la. Renata então estava a segurando, mas antes da filha pegar a flor, virou para trás e disse: “Mamãe, dessa vez você não vai me soltar, não é?”


Você sabe que alguém te ama não pelo que ele fala, mas pelo o que faz. O amor não sobrevive de teorias.
Padre Fábio de Melo   (via sociedadedospoetasmortos)

Posted 1 day ago with 5,630 notes
originally saudadeando